Alinhador ou aparelho fixo? Veja uma comparação direta entre as duas técnicas mais utilizadas hoje para entender qual se encaixa melhor no seu perfil e caso clínico.
Essa é uma das comparações mais buscadas por quem está considerando iniciar um tratamento ortodôntico. Não existe uma resposta única — a melhor opção depende do seu caso clínico específico, da sua rotina e das suas preferências pessoais. Veja os principais pontos de comparação.
Alinhador: praticamente imperceptível, feito de plástico transparente.
Aparelho fixo metálico: visível, embora existam versões estéticas (cerâmica ou safira) que reduzem essa visibilidade.
Alinhador: sem arestas metálicas, geralmente causa menos feridas na boca. É removível, o que facilita a alimentação e a higiene.
Aparelho fixo: fixo na boca o tempo todo, pode causar desconforto nas primeiras semanas e exige mais atenção na escovação.
Alinhador: depende diretamente do paciente usar a placa pelo tempo mínimo recomendado (geralmente 22 horas/dia) — a eficácia cai se o uso não for consistente.
Aparelho fixo: não depende de disciplina do paciente para "ficar no lugar", já que é fixo — mas exige cuidado redobrado na higienização.
Alinhador: indicado para casos leves a moderados — apinhamentos, pequenos espaços, correções estéticas.
Aparelho fixo: capaz de tratar praticamente qualquer grau de complexidade ortodôntica, incluindo casos mais severos.
Alinhador: como é removível, não há restrição alimentar — basta retirar antes de comer.
Aparelho fixo: exige restrição de alimentos duros, grudentos ou muito duros, que podem danificar os braquetes.
A decisão ideal combina a indicação técnica (definida na avaliação, de acordo com a complexidade do seu caso) com suas preferências pessoais de estética, rotina e disciplina para seguir o protocolo de uso.
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